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  • Foto do escritorPedro Nogueira

Uma resenha por dia: #9 Epica-The Phantom Agony



Dando continuidade com o quadro e ainda seguindo no metal melódico, mas dessa vez vamos para o lado sinfônico, que é um gênero que eu também não tenho muito conhecimento, então nada melhor do que começar com a banda Epica

Adyta é apenas uma introdução com vocais em latim.

Sensorium é uma boa faixa, mas ela não é muito empolgante, falta um toque, apesar do vocal de Simone Simons e instrumental em sincronia, faltou riff. Não posso dizer que foi um bom começo.

Cry For The Moon já tem o “tchan” que faltava na faixa anterior, ela tem seus momentos mais sofisticados no refrão, mas no verso acompanhado por vocal gutural ela tem riff com pegada de “bang your fuckin’ head”.

Feint é uma faixa mais tranquila e calma, mas ela consegue prender o ouvinte, mas eu espero ter mais faixas como a anterior.

Illusive Consensus já volta com mais pegada, juro que nesse momento eu estava cirando uma teoria que as faixas estariam intercaladas entre uma calma e uma mais agitada.

Mas a faixa Facade Reality quebrou a minha teoria. Essa faixa é porrada do começo até o fim, é esse tipo de faixa que eu particularmente acho que deve ter em todo álbum de metal, haha. Mas falando sério, essa é de longe a melhor música do álbum, ela tem clímax, momentos calmos e agitados, tudo bem construído.

Run For A Fall me pegou de surpresa, eu achava que ia ser mais uma baladinha, até que na metade da música ela muda totalmente de direção para algo mais pesado e com toques de groove e a parte orquestral só dando toque atmosférico.

Seif Al Din, ok, algo mais cultural, senti algumas escalas egípcias se não estou enganado. E essa é a mais pesada do álbum, quase sem toque de metal sinfônico, claro que tem, mas é bem menos que a faixa anterior, devo confessar que esse álbum me conquistou.

A faixa titulo ficou no cargo de encerrar o álbum, essa faixa é dividida em 3 partes, hm, acho que eles têm alguma influência de Rush. A primeira parte “Impasse Of Thougths” é bem simples, é apenas uma introdução com Simone sussurrando algumas frases existencialista. A segunda “Between Hope And Despair”, já é bem pesada e traz clímax da música, e ela é baseada em descrever um sentimento que chamamos de ansiedade, mas óbvio com toques fantasiosos em alguns pontos. A terceira e ultima parte é um instrumental mais calmo e sem presença de heavy metal ou algo do tipo, é apenas um belo encerramento com instrumentos de música clássica.

“UAU!”

Essa é foi minha reação quando terminei esse álbum, agora eu entendo o motivo de muitos ovacionarem essa banda. Admito que no começo do álbum eu fiquei com pé atrás e achei que fosse me arrepender o ouvir um álbum parado demais, mas eu estava enganado e vou tentar ouvir mais trabalhos do Epica.







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