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  • Foto do escritorPedro Nogueira

Uma resenha por dia :#12 Ensiferum-Iron



Vamos nos aventurar um pouco no meio do folk metal, é um gênero que conheço algumas bandas, mas não tenho muito conhecimento, a banda Ensiferum é uma delas, sempre ouvi nome, mas nunca parei pra ouvir. De acordo com os fãs da banda Iron é melhor álbum deles, ou um dos melhores, então vamos ver se é tudo isso mesmo.


Ferrum Aeternum é uma linda introdução instrumental, realmente bem folclórico sem presenças de guitarra pesadas ou algo do tipo, a melodia da flauta em encantou de verdade.

Iron me pegou de jeito, já resenhei tanta coisa que acho que essa frase nem faz mais sentido, enfim, eu gostei da pegada e do riff que realmente segue mesmo sendo rápido do estilo speed metal ou até power metal tem uma melodia baseado em músicas mais folclóricas. E eu gostei disso, outra coisa que eu gostei é que mesmo sendo por alguns segundos a música sai da pegada do metal e deixa apenas instrumentos tradicionais.

Sword Chant eu achei bem energética e dançante, agora entendo porque alguns falam mal do gênero falando que “não segue as raízes do metal”, mas poxa, é muito bom isso aqui, to ouvindo pela primeira vez e to adorando.

Mourning Heart é um interlúdio com apenas instrumentos culturais, e de novo uma bela melodia.

Tale Of Revenge eu acho que essa faixa segue mais ou menos a mesma linha melódica que o interlúdio. Bom eu falei isso antes, e vou falar de novo, eu to adorando esse álbum, eu gostei que essa faixa já traz backinvocals com coro de fundo, pelo que eu imagino, me corrigem se eu estiver enganado, é algo que virou característica do gênero.

Lost Is Despair veio para matar minha curiosidade de que se existe faixa tranquila mas sem ser instrumental, ou se todas seriam agitadas com pegada dançante, mas bom, minha duvida foi tirada aqui, essa música traz uma bela melodia e uma letra com temática bem triste que remete a depressão.

Slayer (SLAAAAAAAAAAAAAAAAYEEEEEEEEEEEER, me perdoem por isso), Slayer of The Light é uma faixa de speed metal, ela é mais direta com bateria “TUPA TUPA TUPA TUPA” e com direitos até de Blast Beats, e eu gostei dessa variação, essa sem duvida minha faixa favorita.

Into Battle, aqui eu nem lembrei que tinha que faze uma resenha eu só me entreguei pra música, eu já estava viajando no álbum.

Lai Lai Hei bom, é uma faixa de 7 minutos eu esperava que ela fosse bem trabalhada, começo calmo e com tempo ela vai ficando mais pesada é por isso que eu gosto de faixas longas, na maioria das vezes ele passa por mudanças de tempo e ritmo.

Tears trouxe um encerramento calmo e apenas com instrumentos tradicionais, eles convidaram a cantora finlandesa Kaisa Saari, que viria participar de álbuns futuros.

Eu virei fã de Ensiferum, admito, gostei mais do que imaginei que fosse gostar, eu adorei como o álbum é fácil de ouvir, desce igual uma luva, foram 43 minutos que passaram bem rápido, e admito que eu estava esgotado, sim eu fiz fazendo essa resenha tarde da noite logo depois de ter feito do Cradle Of Filth e Wintersun, mas mesmo assim teve algo nesse álbum que me deu um UP para e fazer essa resenha sem pestanejar ou algo do tipo.




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