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  • Foto do escritorPedro Nogueira

Summer Breeze 2024: confiram detalhes do primeiro dia do festival



Faltam apenas alguns meses para acontecer o Festival Summer Breeze e provavelmente você não quer ficar de fora. Porém, se você ainda está em dúvida em qual dia ir, não sabe quais atrações valem apena ver, não se preocupe esse texto irá esclarecer tudo que você precisa saber sobre o festival.


Uma das grandes ações do Summer Breeze Brasil é a parceria com o GRAACC, elaborada em 2022 para a primeira edição e que está mantida para a segunda edição, com o intuito de arrecadar fundos para a instituição através da venda de ingressos solidários. O festival fez uma visita à sede para entregar as doações arrecadadas e pôde ver de perto todo o trabalho incrível que é feito lá.

Outra modalidade de ingressos solidários, válidos até a data do evento, é o que promove a doação de alimentos, que devem ser levados nas datas da realização do festival e entregues no momento da entrada. Para 2024, a organização espera arrecadar cerca de 40 toneladas.

“Esta é uma maneira que encontramos de deixar o ingresso menos oneroso para quem não tem o benefício da meia-entrada de estudante ao mesmo tempo que ajudamos pessoas em situação de vulnerabilidade”, comenta Claudio Vicentin – CEO do Summer Breeze Brasil.

 

Confira as principais atrações do dia 26 de abril de 2024:

Mercyful Fate


Foto Divulgação

Há 40 anos, o Mercyful Fate mudou os rumos do heavy metal ao lançar o álbum de estreia, “Melissa”, que se tornou um clássico do estilo. Àquela altura, a banda dinamarquesa já tinha lançado o EP homônimo, também conhecido como “Nuns Have No Fun”, em setembro de 1982. O som distintivo praticado por King Diamond (vocal), Hank Shermann e Michael Denner (guitarras), Timi “Grabber” Hansen (baixo) e Kim Ruzz (bateria) vinha com vocais versáteis, incluindo agudos e falsetes, guitarras bem trabalhadas e uma temática voltada ao ocultismo, satanismo e histórias de horror. O título “Melissa” era o apelido do crânio que o vocalista usava como parte do cenário e de suas performances. “Evil”, “Curse of the Pharaohs”, “Into the Coven” e a faixa-título caíram nas graças dos fãs, que começaram a discutir sobre a contribuição do grupo para o desenvolvimento do black metal.

Em 2 de junho de 2022, o grupo realizou seu primeiro show desde 1999 em Hanôver (ALE), como parte de uma turnê europeia, onde estreou uma nova música, “The Jackal of Salzburg”. “Masquerade of Madness”, outra das novas, saiu como videoclipe e está disponível nas plataformas de streaming. A formação atual traz King Diamond, Hank Shermann e Mike Wead (guitarras) e Matt Thompson (bateria, substituindo Bjarne T. Holm), além de Pontus Egberg (baixo) no lugar do saudoso Timi Hansen – a baixista Becky Baldwin (Fury) e Joey Vera (baixo, Armored Saint) também chegaram a substituir Hansen.



MR. BIG


Foto Divulgação

Idolatrada no Brasil, a banda americana de hard rock surgiu no final da década de 80 como um supergrupo que construiu uma carreira longeva e bem-sucedida. Curiosamente, com uma estética sonora diferente da que permeava o estilo do glam metal à época nos EUA, Eric Martin (vocal), Paul Gilbert (guitarra), Billy Sheehan (baixo, The Winery Dogs, ex-David Lee Roth e Talas) e o saudoso Pat Torpey (bateria) se voltaram ao classic rock, colocando tempero hard e adicionando boas melodias e doses cavalares de virtuosismo.

Se a estreia com o álbum “Mr. Big” (1989) empolgou com “Addicted to That Rush”, “Wind Me Up”, “Merciless”, “Blame It on My Youth”, “Take a Walk” e “Rock & Roll Over…”, rendendo um Disco de Ouro, a consagração total veio com “Lean Into it” (1991). O álbum vendeu 1,2 milhão de cópias, ganhou Disco de Platina e chegou ao 15º lugar no Top 200 da Billboard, notadamente pelo sucesso da balada “To Be With You”. “Foi o álbum que realmente aconteceu, e ‘To Be With You’ está nele… Aliás, pensando em ‘Lean Into it’ enquanto álbum, ‘Alive and Kicking’; ‘Daddy, Brother, Lover’, ‘Little Boy (The Electric Drill Song)’; e ‘Lucky This Time’ são músicas que eu amo, e conseguimos reuni-las da forma certa, tocando e cantando com o coração”, declarou à revista Roadie Crew o baixista Billy Sheehan, que esteve na primeira edição do Summer Breeze Open Air Brasil com o The Winery Dogs.

Por falar em Brasil, um dos destaques da carreira do Mr. Big foi justamente o show ao ar livre para cerca de 100 mil pessoas ocorrido na praia de Santos (SP) durante o festival M2000 Summer Concerts, em 1994, que também contou com Rollins Band, Dr. Sin e outros. “Fizemos algumas turnês inesquecíveis pelo Japão, mas o momento que mais me marcou foi o show na praia no Brasil. Tinha 100 mil pessoas lá e a energia que vinha daquela gente era inacreditável”, revelou Paul Gilbert. “No Mr. Big nós compartilhamos dos mesmos gostos e sempre que via alguma entrevista de outro integrante alguém falava daquele dia. O momento foi muito especial, um dia inesquecível. Estava muito escuro e só havia a luz de palco, mas era a nossa primeira vez tocando para tanta gente. Acho que depois de tocar para 100 mil pessoas na praia me perguntei se podia haver algo melhor que aquilo”, acrescentou Eric Martin na mesma entrevista à Roadie Crew.

Na época do show em Santos, o grupo promovia o terceiro álbum, “Bump Ahead” (1993), que ainda trouxe alguns sucessos, como “Colorado Bulldog”, “Ain’t Seen Love Like That” e os covers de “Wild World” (Cat Stevens) e “Mr. Big” (Free). No entanto, “Hey Man” (1996) marcou por ser o último com Paul Gilbert com a banda. “Em ‘Hey Man’ há uma música chamada ‘Out of The Underground’ que é bem pesada e tem umas mudanças rítmicas bem interessantes. Também adoro ‘Where Do I Fit In?’, do mesmo disco”, declarou o guitarrista, substituído em “Get Over It” (1999) e “Actual Size” (2001) pelo ex-Poison e atual The Winery Dogs, Richie Kotzen.

Em janeiro de 2021 que veio o anúncio do retorno através de Billy Sheehan, mas foi em agosto de 2022 que o baixista afirmou que a banda estava “considerando fortemente” fazer shows em 2023, com Matt Starr como baterista. Em março de 2023, foi anunciado que Nick D’Virgilio se juntaria ao Mr. Big como baterista da “The Big Finish Tour 2023-24”. E é com ele que o grupo se apresentará no Summer Breeze Open Air Brasil.



EXODUS


Foto: Divulgação

Considerado um dos pilares do thrash metal, o Exodus surgiu na transição das décadas de 70 para 80 com uma formação pouco conhecida: Keith Stewart (vocal), Carlton Melson (baixo), Tim Agnello e Kirk Hammett (guitarras) e Tom Hunting (bateria). Em pouco tempo, ocorreu uma debanda geral: Gary Holt foi para o lugar de Angnello, o saudoso Paul Baloff substituiu Stewart e Geoff Andrews ficou com o baixo.

O quinteto depois se estabilizou com Paul Baloff (vocal), Gary Holt e Rick Hunolt (guitarras), Rob McKillop (baixo) e Tom Hunting (bateria) e seguiu fazendo shows até que, em meados de 1984, já tinha gravado seu álbum de estreia, “Bonded By Blood”. Ainda que certa frustração tenha abatido a banda com o atraso no lançamento do disco, que só saiu no ano seguinte, os rumos do heavy metal foram abalados e “Bonded By Blood” se tornou referência para o então novo estilo praticando na Bay Area: o thrash metal.

O Exodus seguiu sua carreira passando por diversas outras mudanças de formação, mas sempre gravando álbuns de impacto, como “Pleasures of the Flesh” (1987), “Fabulous Disaster” (1989), “Impact Is Imminent” (1990), “Tempo of the Damned” (2004), “Blood In, Blood Out” (2014) e “Persona Non Grata” (2021), todos estes com o vocalista Steve “Zetro” Souza. Zetro veio do Legacy, que originou outro grande nome do thrash americano, o Testament, que esteve presente na primeira edição do Summer Breeze Open Air Brasil.

Ao lado da banda Metallica, o Exodus é uma das pioneiras bandas de Thrash Metal de San Francisco, ambas têm influencias de bandas da NWOBHM como Venom, Diamond Head e Angel Witch, e tiveram a ideia de fazer um som mais rápido com base dessas influencias.

Steve “Zetro” Souza (vocal), Gary Holt e Lee Altus (guitarras), Jack Gibson (baixo) e Tom Hunting (bateria). Este é o time que irá mostrar o que é thrash metal no palco do Summer Breeze Open Air Brasil. Certo de que tanto os fãs da velha guarda quanto os mais jovens seguem com a mesma empolgação ao ver o Exodus ao vivo.

 

“Eu nem sei quem começou com o termo thrash metal, mas muito disso veio do próprio público, que agitava demais nos shows, e a coisa realmente pegou”, observou Holt.



EDU FALASCHI


Foto: Divulgação

Acostumado a grandes espetáculos e a estar presente em grandes festivais e eventos pelo mundo, o renomado vocalista e compositor Edu Falaschi, acompanhado por sua superbanda, com Roberto Barros e Diogo Mafra (guitarras), Raphael Dafras (baixo), Aquiles Priester (bateria) e Fábio Laguna (teclados), estará no palco do Summer Breeze Open Air Brasil promovendo seu mais recente álbum, “Eldorado”.

Segunda parte de uma trilogia conceitual, “Eldorado” traz a saga envolvente do personagem Jorge, protagonista da história anterior, “Vera Cruz”. Misturando elementos históricos, ficção e uma abordagem cinematográfica, “Eldorado” viaja no tempo e apresenta músicas com influências latinas, flamenco, músicas latinas e astecas com instrumentos únicos. Trata-se de uma jornada pela rica tapeçaria da música latina ao longo das eras. Com músicas em espanhol e línguas nativas, apresenta ritmos, harmonias e melodias que capturam a essência dessa riqueza cultural e artística. Com “Eldorado”, Falaschi coloca seu nome, mais uma vez, como um dos principais vocalistas e compositores do Brasil. Neste novo conceito único, de misturar heavy metal com músicas latinas, pretende atingir públicos inimagináveis para bandas brasileiras.

Muitos fãs conheceram o vocalista quando o Angra lançou “Rebirth” em 2001, mas até ali Edu Falaschi já tinha muita história, inclusive quando participou de um concurso para substituir Bruce Dickinson no Iron Maiden. Na época, ele integrava a banda Mitrium, com a qual gravou o split LP “Eyes of Time” (1993). Falaschi também havia gravado os CDs “Symbols” (1998) e “Call To The End” (2000) com Symbols; e “Ordinary Existence” (1998), com o Venus. Com outros álbuns marcantes ao lado de Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo), e Aquiles Priester (bateria), como “Temple of Shadows” (2004), se consolidou no Brasil e no mundo.

Já em sua frutífera carreira solo, Edu Falaschi gravou os álbuns “Moonlight” (2016), “Ballads” (2017), “The Glory of Sacred Truth” (2018), “Temple Of Shadows In Concert – Ao Vivo” (2020), “Vera Cruz” (2021) e o mais recente, “Eldorado” (2023). Além disso, a voz de Falaschi consta na versão brasileira de “Pegasus Fantasy” e “Blue Forever”, da série Os Cavaleiros do Zodíaco.



MASSACRATION


Foto: Divulgação

A lei suprema do universo é o Metal e foi escrita pelos guerreiros do Massacration, formado por Detonator (vocal), Metal Avenger e Headmaster (guitarras), Redhead Hammet (baixo e guitarra) e Jimmy The Hammer (bateria). O ano era 2005 e a música precisava de algo impactante. Os cinco músicos, abençoados pelo Deus Metal, forjaram a ferro, fogo e riffs avassaladores o álbum Gates of Metal Fried Chicken of Death, que está completando dezoito anos.

Os hinos metálicos conquistaram trilhões de fãs e foram copiados a exaustão por todos os artistas do mundo, tanto os que vieram antes quanto depois. Mas a maior banda de heavy metal do universo de todos os tempos sempre esteve acima de tudo, e segue no topo da fama mundial.

Com o disco, a banda sacramentou em disco os clássicos “Metal Massacre Attack (Aruê Aruô)”, “Metal Bucetation” e “Metal Milkshake”, lançados anteriormente em esquetes do programa Hermes & Renato desde o começo dos anos 2000, e ofereceu aos reais metaleiros outros hits como “Cereal Metal”, “Evil Papagali” e “Metal Is the Law”, que cruzaram as fronteiras intergaláticas com seus videoclipes cinematográficos.

Nesses anos, o Massacration lotou estádios, arenas e casas de bingos por todo o planeta, celebrando o poder da música e levando seus fãs para a terra prometida do Heavy Metal, a fantástica Metal Land. Lançaram o álbum Good Blood Headbanguers em 2009, o DVD ao vivo Live Metal Espancation, em 2017, além de diversos singles do mais puro heavy metal: “Metal Milf”, “Motormetal”, “Metal Galera” e o mais recente: “Metal is My Life”, cujo videoclipe tem quase um milhão de visualizações.



ALCHEMIA


Foto: Divulgação

Banda de horror metal fundada em São Paulo, em 2018, por Victor Piiroja (vocal) e que é completada por Rodrigo Maciel (guitarra), G.Morazza (baixo), Alex Christopher (bateria) e Wally D’Alessandro (teclado). O álbum de estreia, “Inception”, foi lançado em 2021 pela gravadora italiana WormholeDeath Records e levou o Alchemia a se tornar uma das bandas de horror metal mais promissoras do mundo. Em 2022, “Inception” saiu no Japão, através do selo WormholeDeath Records Japan. No mesmo ano, a banda saiu em turnê pelo Brasil, Argentina e Europa.

“Temos muitas influências em ‘Inception’, desde heavy metal, black metal, death metal, industrial, gothic, trilhas de filmes e orquestração clássica. Ao mesmo tempo, ele apresenta identidade própria”, destaca Piiroja.

A mixagem e masterização foram realizadas pelo renomado engenheiro de áudio dinamarquês Tue Madsen, que já trabalhou com Rob Halford, Babymetal e Moonspell. As orquestrações foram desenvolvidas pelo maestro londrino Jon Phipps, que orquestrou álbuns de bandas como Moonspell, Amorphis e Devilment. A arte da capa foi criada pelo artista brasileiro Carlos Fides, responsável por artes de bandas como Kamelot, Evergrey e Edu Falaschi.

Com letras que abordam temas como reflexão, consciência, prisão mental, fobias e distúrbios psicológicos, “Inception” é um álbum sombrio e contemporâneo que remete a trilhas de terror.

Em 2023, o Alchemia fez uma pausa na produção do novo álbum para tocar nos festivais Los Muertos e Horror Expo Brasil. Confirmado para o Summer Breeze Open Air Brasil, o grupo apresentará um show envolvente e marcante, com faixas de “Inception” e do sucessor, “Become Human”, que será lançado em 2024.



ZUMBIS DO ESPAÇO


Foto: Divulgação

O Zumbis do Espaço foi formado em 1996 por Tor nos vocais, Zumbilly na bateria e Gargoyle no baixo, todos entusiastas de filmes de terror, livros e quadrinhos de ficção. Com a ideia de criar uma banda com essa temática e letras em português, eles recrutaram Cromo como guitarrista. Após ensaios e a gravação da fita demo “Demonotape”, a banda lançou seu primeiro álbum, “A Invasão”. Após algumas mudanças em sua formação, a banda enfrentou a tragédia com a morte do baixista El Phantasma em 1999, mas decidiram continuar, chamando Gargoyle de volta.

A banda lançou vários álbuns e EPs ao longo dos anos, explorando uma mistura única de punk rock, metal, música country e rockabilly/psychobilly. Em 2001, lançaram o álbum ao vivo “O Mal Nunca Morre” e enfrentaram controvérsias durante suas apresentações. Participaram de turnês, lançaram coletâneas e continuaram a gravar álbuns como “Abominável Mundo Monstro”. Houve mudanças na formação, com Cromo saindo e Hank Alien entrando como guitarrista.

Em 2005, lançaram o DVD “Ao Vivo em Vegas” e continuaram a lançar novos álbuns, incluindo “Aqui Começa o Inferno”. O álbum “Destructus Maximus” foi gravado em 2009, marcando a última atuação de Hank Alien, que foi substituído por Renato Machado. A banda recebeu o merecido reconhecimento, com prêmios e relançamentos de álbuns esgotados.

A trajetória da banda continuou com relançamentos, shows ao vivo e participações em festivais. Em 2023, celebrando 30 anos, lançaram o álbum ao vivo “3 Décadas Ao Vivo”, participaram da Horror Expo e estiveram em estúdio gravando novo material, que planejam lançar no início de 2024 e iniciar uma nova turnê no Summer Breeze Open Air Brasil.



Outras bandas nacionais e internacionais se apresentam nos palcos do Summer Breeze como Tygers Of Pan Tang, Sebastian Bach,Biohazard, Black Stone Cherry, Edu Falaschi, The 69 Eyes,Tygers of Pan Tang, Nestor, Dr. Sin, Culura Tres, Sioux 66, Electric Mob, Axty e Clash Bulldogs.


Informações e Serviço:

Datas: 26, 27 e 28 de abril de 2024

Local: Memorial da América Latina (Av. Mário de Andrade, 664 – Barra Funda, São

Paulo/SP)

Realização: Free Pass Entretenimento e Consulado do Rock

Vendas online: Clube do Ingresso

 

Confira a seguir todas as opções de ingressos disponibilizadas pelo festival:

 

SUMMER CARD (ingresso de pista, válido para um dia de festival): R$475 (meia) / R$950 (inteira)

SUMMER CARD PASS (ingresso de pista, válido para os três dias de festival): R$1.400 (meia) / R$2.800 (inteira)

SUMMER CARD SOCIAL (ingresso de pista disponível para todo o público mediante doação de 1kg de alimento não perecível, válido para um dia de festival): R$550 (meia social

SUMMER LOUNGE CARD (acesso ao Summer Lounge, válido para um dia de festival – o ingresso de acesso ao festival deve ser adquirido separadamente): R$700 (valor único)

SUMMER LOUNGE PASS (acesso ao Summer Lounge, válido para os três dias de festival – o ingresso de acesso ao festival deve ser adquirido separadamente): R$1.990 (valor único)

*** Essa matéria foi feita em colaboração com Jeff Ferreira (ArteCult)

 

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