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  • Mari Goé

Entrevista 7PELES: "Não importa quem está por baixo do véu, o que importa é o trabalho em si"



-Conte sobre o começo da banda, quando e como tudo começou!

7PELES: É difícil estipular uma simples data nesse caso...o 7PELES surgiu através de um longo processo, até mesmo antes de sua formação, pelo qual ao longo de anos e de passagens em outros grupos musicais fui criando todo esse universo, que norteia o 7PELES hoje. A primeira aparição em público foi em 2017, se isso servir como uma "origem", propriamente dita.


-Como surgiu a ideia do conceito da banda..de não mostrar sua identidade e focar apenas na música?

7PELES: Veja só...que coincidência incrível...nesse exato momento um amigo de outro estado estava me escrevendo em meu perfil particular, todo animado porque descobriu que eu sou o vocalista do 7PELES e ele tinha visto nossa apresentação em sua cidade e curtiu demais, ou seja, ele curte o 7PELES, e não a banda de um amigo dele. Esse é o real propósito por trás do anonimato! Não importa quem está por baixo do véu, até porque isso é totalmente passível de alterações, o que importa é o trabalho em si.


-A banda atualmente se encontra no seu terceiro disco, gostaria de você fizesse um paralelo entre o primeiro lançamento e o mais atual. O que mudou para o 7PELES desde o primeiro album?

7PELES: Eu vejo O PRIMEIRO EVANGELHO DO 7PELES como aquele primeiro berro de um recém nascido, que ainda não sabe muito bem onde está, o que fazer, é apenas uma energia viva nova. Conceitualmente já estava tudo ali...aliás, quase tudo...porque as canções ainda não eram totalmente em português. Mas musicalmente ainda tinha muito por vir...e isso vem acontecendo através dos seus sucessores. Hoje, com O TERCEIRO EVANGELHO DO 7PELES, conseguimos alcançar uma identidade, uma autenticidade que pode fazer com que o ouvinte identifique de cara que está tocando 7PELES.


-Agora falando sobre o Terceiro Evangelho do 7Peles, lançado no ano passo, conte sobre como foi a produção dele, quando começou, e se a pandemia chegou a atrapalhar ou dificultar todo o processo.

7PELES: A pandemia, na verdade, nos trancou no estúdio...não haviam mais apresentações presenciais...tudo que tínhamos pra fazer era compor! Por isso talvez tenham sido lançados tão rapidamente O SEGUNDO e O TERCEIRO EVANGELHO...se você parar pra pensar, o 7PELES é uma banda nova, com 5 anos aproximadamente, e já com 3 álbuns lançados.

Esse trabalho mais recente foi gravado e mixado no HR, um estúdio bastante renomado aqui do Rio de Janeiro, e contou com Kleber França nesse processo...ele trabalha há muitos anos no ramo, tem em seu currículo grandes artistas como Pitty, Planet Hemp...


-As letras de vocês giram em torno de críticas ao cristianismo. A fase que o Brasil passou nos últimos anos, na qual várias pessoas e governantes usavam o nome de deus como cortina de fumaça para encobrir vários absurdos, chegou a inspirar vocês nas composições das letras?

7PELES: As letras, todas na verdade, são uma releitura do velho livro das mentiras...quem acompanha o 7PELES de perto há algum tempo já percebeu isso. O nome de Deus é usado para roubar, explorar a boa fé do povo, principalmente os mais humildes... e nos últimos 4 anos foi usado pra DESGOVERNAR o país. E...SIM...nós temos uma canção muito especial também pra isso,rssss...APOCALIPSE 1:7:1...confiram !!!!


-Vocês dividiram o palco com o Attila, vocalista do Mayhem, e no terceiro álbum, contaram com a participação mais do que especial do guitarrista Ghul. Como que rolou essa parceria e qual foi a sensação de trabalhar/tocar aos lados de uns dos pais do Black Metal?

7PELES: Na verdade a participação de GHUL se deu numa canção chamada TEMPO DOS TEMPLOS...faixa do SEGUNDO EVANGELHO DO 7PELES...e foi incrível porque eu estava mostrando uma pré, com algumas gravações do que seria esse álbum e ele adorou e de imediato me falou que queria participar em uma canção...foi uma surpresa muito gratificante pra mim. Assim como a presença de Attila, cantando conosco uma canção de sua primeira banda ( TORMENTOR ) em plena turnê comemorativa ao álbum mais foda de toda história do Black metal ...foi um momento histórico não só para o 7PELES, mas como para toda cena metálica nacional.

-E no começo da banda, como que foi a recepção da galera ao ver uma banda de Black metal que não revela sua identidade? Porque isso é algo que vemos na gringa, mas no Brasil é muito difícil, posso dizer que vocês são pioneiros nisso..

7PELES: Sim, fomos os pioneiros por aqui. Como falei anteriormente, minha preocupação era, é, e sempre será apenas com a música. E o nosso público já entendeu que todos nós somos o 7PELES!!!!


-Qual você quer que seja o legado da banda? Pelo que você gostaria que o 7PELES fosse lembrado?

7PELES: O 7PELES deixará o seu legado nessa vida terrena...OS 7 EVANGELHOS DO 7. E seremos lembrados por proporcionar ótimos momentos para aqueles que estejam conosco...no coração e na alma. Esse é o propósito do 7PELES nessa vida.

-E quais são os planos da banda para 2023?

7PELES: Sem a menor sombra de dúvida, o principal plano para 2023 é a estrada!!!! O palco!!!! Queremos nos apresentar ao vivo, para nossos irmãos e irmãs, todo trabalho que já desenvolvemos ao longo dos últimos anos e que devido as restrições da pandemia ficaram limitados ao estúdio.


-Estamos finalizando a entrevista, gostaria de mandar uma mensagem pra galera?

7PELES: Comam e bebam...se entreguem a sensualidade...vivam a vida !!!

Venham conosco!!!! AMÉM????


Acompanhem o 7PELES nas redes e plataformas: https://beacons.ai/7peles

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