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  • Foto do escritorPedro Nogueira

Confira o Line-Up do segundo dia (27/04) do Summer Breeze Open Air Brasil 2024



Faltam apenas alguns meses para acontecer o Festival Summer Breeze e provavelmente você não quer ficar de fora. Porém, se você ainda está em dúvida em qual dia ir, não sabe quais atrações valem apena ver, não se preocupe esse texto irá esclarecer tudo que você precisa saber sobre o festival.

Confiram Line Up do segundo dia do festival

Within Temptation


Foto: Divulgação

A banda holandesa Within Temptation, que tem em seu DNA elementos de metal sinfônico, gothic metal, metal alternativo, doom e música pop, foi formada em 1996 pelo guitarrista Robert Westerholt após deixar o The Circle. Sua então namorada, Sharon den Adel, que havia gravado a música “Frozen” para o álbum “Embrace” do The Circle, que na época do lançamento chamava-se Voyage, também se juntou como vocalista. Outros dois ex-membros do The Circle/Voyage também se juntaram ao line-up – Jeroen van Veen (baixo) e Michiel Papenhove (guitarra) –, que foi completado pelo tecladista Martijn Westerholt (irmão de Robert) e, após algumas mudanças, pelo baterista Ivar de Graaf.

No início a banda procurava mesclar um som melancólico e pesado com músicas no estilo de trilha sonora de filmes. “Tínhamos esse senso de melancolia e obscuridade, mas de uma forma mais sonhadora. Era uma coisa que ia mais na linha do doom metal do que aquilo acabamos fazendo. Mas a melancolia estava lá, assim como alguns detalhes psicodélicos, só que de uma forma totalmente diferente”, recordou a vocalista certa vez à revista Roadie Crew.

Após a estreia com “Enter” (1997), a banda explodiu na cena mainstream da Europa com o álbum “Mother Earth” (2000), que destacou a faixa “Ice Queen”, terceira música mais ouvida na Holanda na época de seu lançamento. A partir de então, o Within Temptation se tornou um fenômeno mundial, lançando álbuns premiados, começando por “The Silent Force” (2004).

A fusão entre o metal e elementos diversos do pop atingiu proporções grandiosas em “The Unforgiving” (2011), seguido pelo bem-sucedido “Hydra” (2014). “O que fizemos todos esses anos foi tentar criar nosso próprio som. Em ‘The Heart Of Everything’ (2007), alcançamos nosso objetivo. Para nós, é o álbum perfeito nesse estilo. Então, a missão acabou e tínhamos que fazer algo novo e nos libertar de quaisquer regras. Queríamos fazer algo novo, mas tinha que ser natural. À medida que começamos a compor, nos libertamos e começamos a pensar ‘Sim, é assim que estamos agora e isso parece bom!'”, comentou Robert Westerholt, que desde 2011 participa da banda apenas em estúdio. “Em ‘The Heart of Everything’ encerramos um ciclo e soltamos as amarras que nos prendiam a esse som sinfônico que desenvolvemos durante tantos anos”, acrescentou a carismática Sharon den Adel.

A primeira aparição em um festival de grande porte ocorreu em 1997 no Dynamo Open Air e, desde então, o Within Temptation se acostumou a se apresentar em festivais pelo mundo, sempre obtendo destaque. Além disso, os holandeses já receberam diversos prêmios internacionais, incluindo World Music Award, MTV Europe Music Awards e Metal Hammer Award.

Atualmente, Sharon den Adel (vocal), Ruud Jolie e Stefan Helleblad (guitarras), Jeroen van Veen (baixo), Mike Coolen (bateria) e Martijn Spierenburg (teclado), promovem o oitavo álbum de estúdio, “Bleed Out”, sucessor de “Resist” (2019).



Epica


Foto:Divulgação

A vocalista holandesa Simone Simons, que fez sua estreia há 20 anos em “The Phantom Agony”, hoje tem em sua discografia oito álbuns de estúdio gravados com a banda Epica. Ela participou da primeira edição do Summer Breeze Open Air Brasil fazendo uma palestra. Agora, no entanto, voltará para a edição de 2024 com o Epica.

 Referência do metal sinfônico, o grupo surgiu das cinzas do After Forever, quando Mark Jansen formou o Sahara Dust, na tentativa de criar o som que pretendia fazer e que fora o motivo da saída de sua ex-banda. No início de 2003, o nome foi mudado para Epica, em homenagem ao álbum de mesmo nome lançado pelo Kamelot.

Mark Jansen e Simone Simons apareceram diversas vezes como convidados em shows do Kamelot, como também fizeram aparições em diversos álbuns da banda como “The Black Halo”, “Ghost Opera” e “Poetry For The Poisoned”. Roy Khan, ex-vocalista do Kamelot também foi um vocal convidado para o Epica cantando na faixa “Trois Vierges”.

Epica comemorou 20 anos de existência em 2022 e possui uma marca invejável de mais de um milhão de álbuns vendidos e mais de 300 milhões de audições combinadas em todas as plataformas digitais. Durante a sua carreira, o Epica tocou em mais de 1000 shows em mais de 60 países em todos os continentes do mundo.

Mais recentemente, o grupo lançou o EP digital “Live At AFAS Live”, o último lançamento antes de Simone Simons, Mark Jansen (vocal e guitarra), Isaac Delahaye (guitarra), Rob van der Loo (baixo), Coen Janssen (teclado) e Ariën van Weesenbeek (bateria) entrarem no estúdio para gravar o sucessor de “Omega” (2021), que foi muito bem recebido pelo público. Com este álbum, a banda alcançou o quinto lugar de álbuns mais bem vendidos em diversos países, como na Alemanha, Suíça e Brasil.



Hammerfall


Foto: Divulgação

Promovendo o álbum “Hammer of Dawn” (2022), décimo segundo de estúdio, a banda sueca Hammerfall irá apresentar o seu heavy tradicional e power metal na edição de 2024 do Summer Breeze Open Air Brasil. Joacim Cans (vocal), Oscar Dronjak e Pontus Norgren (guitarras), Fredrik Larsson (baixo) e David Wallin (bateria) estão acostumados a tocar em grandes eventos, onde atualmente entregam novidades como “Brotherhood”, “Hammer of Dawn” e “Venerate Me”, e clássicos como “Let the Hammer Fall”, “Hearts on Fire” e “Glory to the Brave”. “Heavy metal é universal e em todos os lugares a paixão pela música é muito forte! Tenho muita admiração pela América do Sul de uma maneira geral, porque desde a primeira vez que fomos para esse continente sempre tivemos total apoio dos fãs”, afirmou à revista Roadie Crew Oscar Dronjak, que desde 1999 visita o Brasil com a banda.



LACUNA COIL


Foto: Divulgação

Criada em uma fase de ouro para o power e prog metal na Itália, ao mesmo tempo em que surgiam nomes como Eldritch, Rhapsody, Labyrinth, Domine e Secret Sphere, Time Machine, entre outros, o Lacuna Coil, assim como o Theatres des Vampires, tinha uma proposta diferente. Surgido em Milão das cinzas do Sleep of Right, que incluía o vocalista Andrea Ferro, o baixista Marco Coti-Zelati, os guitarristas Raffaele Zagaria e Claudio Leo e o baterista Leonardo Forti, o grupo apresentou uma mudança crucial quando Cristina Scabbia, então namorada de Zelati, foi convidada para os vocais complementares. Sua voz suave trouxe uma nova dimensão e transformou o som da banda, que mudou seu nome para Ethereal. Após chamar a atenção da gravadora Century Media, ser rebatizada como Lacuna Coil e incorporar influências góticas, veio o primeiro EP, “Lacuna Coil”, em 1998.

A banda logo se destacou na cena internacional e, após algumas mudanças, vieram o debut, “In a Reverie” (1999), e “Unleashed Memories” (2001), mas foi em 2002, com “Comalies”, que a reputação se elevou. “Em ‘In A Reverie’, nós estávamos nos achando, buscando um rumo. No ‘Unleashed Memories’ conseguimos dar mais um passo à frente nessa evolução natural, trazendo também um lado mais gótico e depressivo”, explicou à revista Roadie Crew o vocalista Andrea Ferro.

Apresentando um som mais pesado e dinâmico, com sintetizadores que adicionaram uma nova dimensão, “Comalies” recebeu críticas positivas. Com videoclipes e músicas “Heaven’s A Lie” e “Swamped” figurando nas rádios, além de “Swamped” na trilha do game “Resident Evil: Apocalypse 2” e também no RPG “Vampire (The Masquerade) Bloodlines” o status dos italianos, que se destacaram no Ozzfest nos EUA, só aumentava. Na época, Ferro comentou que via aquele momento como “um sonho que se tornou realidade”. Desde então, a banda passou por transformações musicais e de formação, mas nunca deixou de evoluir.

Em 2006, veio “Karmacode”, destacando o single “Our Truth”, que saiu em videoclipe e fez parte da trilha do filme “Anjos da Noite: A Evolução”. Na sequência, em 2010, “Shallow Life” trouxe o produtor Don Gilmore, conhecido por seu trabalho com o Linkin Park. Nele, destacaram-se “Spellbound”, “Unchained” e “I Won’t Tell You”. Dois anos depois, veio “Dark Adrenaline”, novamente produzido por Gilmore, que sabia bem mesclar o gothic e o alternative metal com uma pegada moderna. Andrea Ferro descreveu-o como “uma mistura de raiva, intensidade e emoções escuras, com momentos de luz”.

“Broken Crown Halo” (2014) marcou a despedida de Cristiano ‘Pizza’ Migliore (guitarra) e Cristiano Mozzati (bateria), substituídos respectivamente por Diego Cavallotti e Ryan Blake Folden. Durante a promoção de “Delirium” (2017), o grupo passou novamente pelo Brasil, vem tocando com frequência desde 2010.

Curiosamente, em 2022, após “Black Anima” (2019), a banda revisitou o material de sucesso do passado e lançou “Comalies XX”. “Quisemos honrar aquelas canções com versões totalmente novas, que carregassem o DNA do Lacuna Coil atual. Essa foi nossa maneira de celebrar o aniversário de um disco que marcou nossa carreira, que amamos e mudou nossas vidas”, explicou Cristina Scabbia à Roadie Crew.



Angra


Foto:Divulgação

Em mais de três décadas de estrada, o Angra passou por diversos ciclos, alguns dolorosos e outros, como a fase atual, de prosperidade. Formado em 1991 na cidade de São Paulo, logo alçou status de um dos maiores nomes do heavy metal brasileiro de alcance global. Com álbuns icônicos, como “Angels Cry” (1993), “Holy Land (1996)”, “Rebirth” (2001) e “Temple of Shadows” (2004), além de extensas turnês pelas Américas, Europa e Ásia, solidificou uma fiel base de fãs.

A união do peso do metal com influências da música brasileira orgânica e da sofisticação erudita criou uma identidade única, que encantou públicos ao redor do mundo. A despeito das mudanças na formação e da busca constante por outros caminhos musicais, o Angra jamais perdeu sua essência, se sustentando em um cenário competitivo.

A atual formação, junta há oito anos, conta com, além de um dos fundadores, Rafael Bittencourt, com o também guitarrista Marcelo Barbosa, o baixista Felipe Andreoli, o vocalista italiano Fabio Lione e o baterista Bruno Valverde. Os músicos vivem um grande momento, cujo ápice tem data marcada para chegar ao mercado: o décimo álbum de estúdio, “Cycles of Pain”, será lançado em novembro, com 12 faixas que celebram o legado do Angra, trazendo referências de toda sua obra ao mesmo tempo que navega sob as marés da mudança, afinal, a obra do quinteto jamais se estagnou.

Seguindo o rastro de duas turnês comemorativas de extremo sucesso – uma celebrando os vinte anos do álbum “Rebirth”, e outra, os trinta anos de carreira – o Angra apresenta “Cycles of Pain”, cuja expectativa é grande não apenas para os fãs: “O novo álbum pretende ser um marco na carreira da banda e uma renovação do estilo Power Metal Progressivo”, explica o guitarrista, compositor e membro fundador Rafael Bittencourt, que esteve na primeira edição do Summer Breeze Open Air Brasil na homenagem ao saudoso Maestro do Rock, Andre Matos, junto ao Viper e Shaman.

O baixista Felipe Andreoli, que também esteve na homenagem a Andre Matos no Summer Breeze Open Air Brasil, complementa a visão sobre o novo álbum: “‘Cycles of Pain’ traz diversas perspectivas sobre a dor humana e os ciclos que a envolvem. Ele nos lembra que, embora a dor seja inevitável, também é parte integrante do crescimento e do aprendizado. Ao reconhecer e enfrentar esses ciclos, podemos descobrir nossa força interior e encontrar um caminho para a cura e a transformação. É um convite à reflexão sobre as complexidades da dor humana”.

A abrangência da proposta musical do Angra é comprovada em números. São mais de três milhões de cópias de discos vendidas em todo o mundo, cerca de meio milhão de ouvintes mensais, apenas no Spotify, e quase 50 milhões de visualizações no YouTube.



Nervosa


Foto: Divulgação

Promovendo “Jailbreak”, sucessor do aclamado “Perpetual Chaos” (2021), o novo álbum da Nervosa marca a estreia da guitarrista fundadora Prika Amaral como vocalista permanente e apresenta Helena Kotina como segunda guitarrista, além de ter Hel Pyre no baixo e Michaela Naydenova na bateria. Mantendo o estilo calcado no thrash e death metal, o novo álbum destacou os singles “Endless Ambition”, “Seed of Death” e “Jailbreak”.

“Com duas guitarras, as portas se abrem para um mundo totalmente novo de possibilidades. Na verdade, a Nervosa tinha duas guitarras no início, mas depois decidimos seguir com uma guitarra por razões logísticas, já que seria mais fácil nos deslocarmos com uma pessoa a menos nas turnês. Agora, a Nervosa tem uma estrutura muito maior que permitiu essa adição, e estamos realmente curtindo este momento da banda. O processo de composição deste álbum foi o mais divertido e trouxe mais musicalidade, enriquecendo a banda”, comentou Prika.

Criada por Prika e a baterista Fernanda Terra em 2010, e já com Fernanda Lira (atual Crypta) no vocal e baixo, a banda gravou a demo “Time of Death” em 2012 e soltou o videoclipe de “Masked Betrayer”. Com Schmier (Destruction) como incentivador, atraiu a atenção da gravadora austríaca Napalm Records. “A história da Nervosa começou em 2010, quando eu tinha uma banda chamada Inner Voices e estava procurando baterista. Um amigo indicou a Fernanda Terra”, recordou a guitarrista certa vez à revista Roadie Crew.

Até chegar à formação atual, a Nervosa soltou os álbuns “Victim of Yourself” (2014), “Agony” (2016), “Downfall of Mankind” (2018) e “Perpetual Chaos” (2021), e passou por diversas mudanças, tendo a presença da guitarrista Karen Ramos, das bateristas Fernanda Terra, Jully Lee, Pitchu Ferraz, Luana Dametto, Eleni Nota e Nanu Villalba; a vocalista Diva Satanica e a baixista Mia Wallace, além de Fernanda Lira. “Desde a primeira formação, todas as meninas que passaram pela banda contribuíram para isso. Todas ajudaram a fortalecer o nome Nervosa, que se tornou muito forte. E, a partir desse legado, ficou mais fácil conseguir meninas incríveis para entrarem no barco e deixarem tudo para trás”, declarou Prika.

A banda agora pretende manter a boa fase obtida com “Perpetual Chaos”, que não apenas garantiu suas primeiras posições nas paradas, mas também foi capaz de levá-la a se apresentar nos maiores festivais da Europa, como Summer Breeze, Copenhell, Resurrection, MetalDays, Wacken Open Air e outros. E em 2024 será a vez de marcar presença no Summer Breeze Open Air Brasil! “Minha vida é música e poder estar na estrada o máximo possível é a melhor coisa”, concluiu Prika



Korzus


Foto: Divulgação

Pioneiro, o Korzus é um dos principais nomes da história do metal brasileiro. Formado em 1983, o grupo de thrash metal, que atualmente conta com Marcello Pompeu (vocal), Heros Trench e Antonio Araujo (guitarras), Dick Siebert (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria), celebra 40 anos de conquistas. A estreia veio com a participação na coletânea “SP Metal II” (1985), com as faixas “Príncipe da Escuridão” e “Guerreiros do Metal”, passando por “Sonho Maníaco” (1987) até chegar a cantar em inglês em “Pay for Your Lies” (1989). De lá até “Discipline of Hate” (2010) e “Legion” (2014), o grupo conta com uma discografia com sete álbuns de estúdio, dois ao vivo e um DVD, que ajudaram a marcar o nome no cenário do thrash mundial. Embora tenha lançado álbuns aclamados como “Mass Illusion” (1991) e “KZS” (1995), foi com “Ties of Blood” (2004) que o Korzus entregou uma de suas obras mais potentes.

Apesar de mudanças de formação, a banda trabalha ininterruptamente desde outubro de 1983. Em 2019, foi lançada a biografia “Guerreiros do Metal”, detalhando a jornada desde seus primórdios. Conhecido por suas energéticas performances, participações em grandes eventos, como Monsters of Rock e Rock in Rio, além de turnês pelo Brasil, EUA e Europa, o Korzus continua forte, promovendo o seu legado como verdadeiros guerreiros do metal. Ver um show do Korzus é uma experiência singular para qualquer fã de metal e a participação na segunda edição do Summer Breeze Open Air Brasil certamente vai surpreender.

“Summer Breeze, festival emblemático alemão… Sempre vi nas notícias internacionais e lembro da primeira tentativa de trazer ao Brasil. Então, alguns anos depois, mais especificamente ano passado, PIMBA, lá estava ele dando vida aos corações headbangers brasileiros como maestria”, comentou o vocalista Marcello Pompeu, que teve a oportunidade de trabalhar como apresentador do Sun Stage a convite da produção na primeira edição do evento. “Me encantei com a estrutura, organização e respeito. Ano que vem estarei no palco contando com minha banda e espero que me chamem novamente para apresentar algum dos palcos também. Quem sabe dou essa sorte e me torno o cara que mais vezes subiu ao palco do Summer Breeze Brasil até então. Nós do Korzus estamos muito felizes em participar e prometemos não deixar a peteca cair e fazer um show memorável. Nos vemos em abril!”, concluiu.




Outras bandas como Gamma Ray, Forbidden, In Extremo, Dark Tranquility, The Night Flight Orchestra, Jeff Scott Soto, Jelusick, Eminence, Sinistra, Nite Stinger, Spektra, About2Crash e Rage In My Eyes também irão se apresentar no segundo dia do festival.


Essa matéria foi feita com Jeff Ferreira do site Artecult.


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